A História
Em 2002, a consultora organizacional e escritora Sonia Café conheceu o grupo Kwahu, formado por Leandro Leme, Paulo Ricardo Ferrer e José Carlos Lima. O grupo teve o seu trabalho selecionado pela Amana-Key, empresa de educação em gestão, no Projeto Sete Sigma (que visava identificar pessoas em todas as áreas com visão e idéias para proporem respostas criativas a resolução de problemas da sociedade e das organizações). Naquela data, Sonia examinava os textos dos trabalhos selecionados para uma possível e futura publicação.
Logo houve uma afinidade mútua e Sonia, que trazia em si a idéia de transformar ‘a jornada arquetípica do herói’ num jogo de tabuleiro, viu nos três jovens rapazes não só a competência necessária, mas também um autêntico e comum interesse pelos jogos e por temas envolvendo o autoconhecimento e o desenvolvimento pessoal. Então, Sonia Café propôs que, juntos, co-criassem um jogo de tabuleiro focado nas etapas arquetípicas e eternas dessa jornada. Inicialmente visando a publicação desse jogo em forma de livro, a Jornada do Herói, assim como foi concebida e relatada pelo professor Joseph Campbell em sua vasta obra, ganhou corpo e mobilidade na trilha
infinita de um jogo de tabuleiro.
Ao longo de cinco anos de maturação, testes experimentais e alguns jogos pilotos com indivíduos e organizações, o processo criativo foi deixando cada vez mais a mídia do livro e assumindo o seu formato atual. Por fim, em 2007, nascia o Jogo do Heroi.
O debut corporativo veio com dois clientes de grande renome: a Daiichi Sankyo Brasil e a Natura. E assim o Jogo encontrou seu caminho, servindo a qualquer grupo de pessoas (dentro ou fora de um ambiente organizacional) disposto a passar por uma experiência que resgata um pouco daquilo que é atemporal para a humanidade: as histórias que contamos para nós mesmos.
Logo houve uma afinidade mútua e Sonia, que trazia em si a idéia de transformar ‘a jornada arquetípica do herói’ num jogo de tabuleiro, viu nos três jovens rapazes não só a competência necessária, mas também um autêntico e comum interesse pelos jogos e por temas envolvendo o autoconhecimento e o desenvolvimento pessoal. Então, Sonia Café propôs que, juntos, co-criassem um jogo de tabuleiro focado nas etapas arquetípicas e eternas dessa jornada. Inicialmente visando a publicação desse jogo em forma de livro, a Jornada do Herói, assim como foi concebida e relatada pelo professor Joseph Campbell em sua vasta obra, ganhou corpo e mobilidade na trilha
infinita de um jogo de tabuleiro.
Ao longo de cinco anos de maturação, testes experimentais e alguns jogos pilotos com indivíduos e organizações, o processo criativo foi deixando cada vez mais a mídia do livro e assumindo o seu formato atual. Por fim, em 2007, nascia o Jogo do Heroi.
O debut corporativo veio com dois clientes de grande renome: a Daiichi Sankyo Brasil e a Natura. E assim o Jogo encontrou seu caminho, servindo a qualquer grupo de pessoas (dentro ou fora de um ambiente organizacional) disposto a passar por uma experiência que resgata um pouco daquilo que é atemporal para a humanidade: as histórias que contamos para nós mesmos.
A expansão do Jogo
As experiências in company trouxeram novos horizontes para o Jogo. As diversas pessoas que passaram pelos programas de suas respectivas empresas inundaram a equipe com diversos feedbacks essenciais para que o Jogo ganhasse outros contornos: palestras, consultoria, e até mesmo desenvolvimento de material de apoio para programas que já estivessem acontecendo nas organizações.
O Jogo, nesse ponto, já tinha parceiros e fãs e deste universo de grandes amigos dois acabaram por integrar a equipe: Aser Cortines e Maristela Ferreira. E com a entrada deles marca-se o período de expansão, pois com suas idéias e visões o Jogo ganhou seu formato "evento especial", e mais algumas outras que no tempo certo serão colocadas a público.